Mostrar mensagens com a etiqueta Parábola. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Parábola. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Parábola do Bom Samaritano


O Senhor Jesus nos ensina uma grande lição sobre o amor ao próximo. De que adianta frequentar a igreja e ostentar o título de cristão, se não amamos o nosso próximo? O amor é a essência da nossa vida espiritual; nossa religiosidade torna-se vã.

O Samaritano esqueceu-se de si mesmo para ajudar o homem ferido. Tudo ficou para trás: a viagem, os negócios, o perigo de assaltantes, só para ajudar aquele homem ferido. Jesus também fez o mesmo por nós. Ele deixou o céu e veio à terra para salvar o que estava perdido, doente e ferido. O samaritano não quis saber quem era o necessitado, sua religião, sua nação. Quando temos o amor de Deus servimos bem a todos, sem interesse em qualquer recompensa.
O bom samaritano foi movido pelo amor ao próximo e fez o seu melhor para um desconhecido, sem se importar com as consequências.



Dica da internet


segunda-feira, 12 de julho de 2010

Parábola do cego que guia outro cego


Temos as duas interrogações sobre o cego que guia outro cego. É possível que, originalmente, fosse dirigida aos fariseus tidos como guias de uma doutrina que desorientava o povo. Lucas a aplicaria também aos discípulos, os quais deveriam entender melhor a missão de Jesus. Ao estarem bem formados não deverão pretender ser maior do que Jesus. A segunda interrogação é feita com uma comparação usando o exagero: o cisco ou a trave no olho. Em vez de ficar procurando defeitos nos irmãos, é importante que se faça a sua autocrítica. Assim, com humildade, se está preparado para, com lucidez e amor, fazer a correção fraterna do irmão. 
Dica da internet

sábado, 10 de julho de 2010

Atividade: Juiz Malvado

Eis os visuais da Unidade 1 dando continuidade ao assunto das Parábolas

desta vez: A Parábola do Juíz Malvado

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Parábola do juiz e da viúva



Depois, disse-lhes uma parábola sobre a obrigação de orar sempre, sem desfalecer: «Em certa cidade, havia um juiz que não temia a Deus nem respeitava os homens. Naquela cidade vivia também uma viúva que ia ter com ele e lhe dizia: ‘Faz-me justiça contra o meu adversário.’ Durante muito tempo, o juiz recusou-se a atendê-la; mas, um dia, disse consigo: ‘Embora eu não tema a Deus nem respeite os homens, contudo, já que esta viúva me incomoda, vou fazer-lhe justiça, para que me deixe de vez e não volte a importunar-me.’» E o Senhor continuou: «Reparai no que diz este juiz iníquo. E Deus não fará justiça aos seus eleitos, que a Ele clamam dia e noite, e há-de fazê-los esperar? Eu vos digo que lhes vai fazer justiça prontamente. Mas, quando o Filho do Homem voltar, encontrará a fé sobre a terra?»

Lucas, ao longo de seu evangelho, dá destaque especial a três temas: a revelação da misericórdia de Deus, a denúncia do escândalo da divisão da sociedade em ricos e pobres, e a importância da oração. Em relação a este último tema, várias vezes ele narra momentos de oração de Jesus, bem como o incitamento aos discípulos para orarem, e apresenta duas singelas parábolas que revelam a importância da oração. Nesta parábola de hoje, os personagens são uma viúva e um juiz iníquo.
A viúva, que é a expressão da categoria dos excluídos da sociedade, representa o povo oprimido. O juiz é a expressão da classe dirigente, elitista e opressora. A insistência e a perseverança da viúva vencem a indiferença e a omissão do juiz iníquo. Se o pedido insistente da viúva demoveu o juiz iníquo de sua posição omissa, com maior razão Deus fará justiça aos seus, que a ele clamam dia e noite. É o clamor do seu povo, oprimido por um poder injusto, violento e idólatra do dinheiro.

Dicas pegas na internet